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Leitores Escassos testando para não perder Escrito por Deanna Troi às 12h48 [ ] [ envie esta mensagem ] Casa Nova É, amigos, consegui uma casinha nova para o meu querido blog. Fiquei ausente porque estava às voltas com a arrumação do novo espaço. Carreguei todos os cacarecos mas o principal não pude levar: os comentários de todos vocês. Que pena! O endereço é bem pertinho de todos e alguns já moram no mesmo condomínio...Precisei sair por causa dos excessos cometidos e não tolerados pelo síndico UOL que queria limitar o meu espaço nas assembléias, pois toda vez que eu me empolgava e queria me estender nas explanações, o "sujeito" cortava meu pensamento e podava minhas idéias. Fico pensando se isso não acontecia pelo fato de eu ser inquilina e não proprietária... Todos estão convidados a visitar a casa nova. Apareçam! Aqui vai meu novo endereço:
Escrito por Deanna Troi às 22h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Ano novo casa nova É, amigos, consegui uma casinha nova para o meu querido blog. Fiquei ausente porque estava às voltas com a arrumação do novo espaço. Carreguei todos os cacarecos mas o principal não pude levar: os comentários de todos vocês. Que pena! O endereço é bem pertinho de todos e alguns já moram no mesmo condomínio...Precisei sair por causa dos excessos cometidos e não tolerados pelo síndico UOL que queria limitar o meu espaço nas assembléias, pois toda vez que eu me empolgava e queria me estender nas explanações, o "sujeito" cortava meu pensamento e podava minhas idéias. Fico pensando se isso não acontecia pelo fato de eu ser inquilina e não proprietária... Todos estão convidados a visitar a casa nova. Apareçam! Aqui vai meu novo endereço:
Escrito por Deanna Troi às 23h48 [ ] [ envie esta mensagem ] teste teste Escrito por Deanna Troi às 23h29 [ ] [ envie esta mensagem ] Ano novo casa nova É, amigos, consegui uma casinha nova para o meu querido blog. Fiquei ausente porque estava às voltas com a arrumação do novo espaço. Carreguei todos os cacarecos mas o principal não pude levar: os comentários de todos vocês. Que pena! O endereço é bem pertinho de todos e alguns já moram no mesmo condomínio...Precisei sair por causa dos excessos cometidos e não tolerados pelo síndico UOL que queria limitar o meu espaço nas assembléias, pois toda vez que eu me empolgava e queria me estender nas explanações, o "sujeito" cortava meu pensamento e podava minhas idéias. Fico pensando se isso não acontecia pelo fato de eu ser inquilina e não proprietária... Todos estão convidados a visitar a casa nova. Apareçam! Aqui vai meu novo
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Escrito por Deanna Troi às 15h40 [ ] [ envie esta mensagem ] Virando Celebridade Ouvi dizer que um dos índices de popularidade mais confiáveis no mundo blogueiro são as citações e cópias de posts em outros blogs. Se isso é verdade, acho que posso me considerar uma celebridade, pois não é que um post meu foi parar no blog de outra pessoa? E o que é pior: sem crédito e ainda por cima modificado, com acréscimos e alterações. Fiquei passada, sabiam? Me deu vontade até de parar de escrever. Não me importo que a pessoa tenha copiado e fico até envaidecida de ter escrito algo que mereceu esta “homenagem” mas sem crédito é sacanagem. A gente perde o maior tempo bolando as coisas pra escrever e vem um espertinho, dá copy&paste e nem se dignifica a acrescentar seu nome, como se autoria fosse dele. Deixei um comentário lá, chamando a atenção para o fato de que isso é uma coisa muito indelicada, mas não tenho esperança de que haverá alguma resposta. Se alguém quiser conferir, verifique esta busca do google:
Ninguém merece! Escrito por Deanna Troi às 19h08 [ ] [ envie esta mensagem ] Telefonema dos Céus Recebi um telefonema da agência central oferecendo-me um título de capitalização e até aí tudo bem..Mas blá blá blá blá blá Escrito por Deanna Troi às 14h40 [ ] [ envie esta mensagem ] Pelada ou não pelada? Arrumando os jornais velhos, vi uma nota no Globo falando sobre Deborah Secco.Ela avisa que não vai desfilar com pouca roupa e que vai "deixar o biquíni de lado".Ué? Mas já não era isso que ela fazia?? Escrito por Deanna Troi às 14h35 [ ] [ envie esta mensagem ] POW! POW! Queima de fogos em Copa pela tv...Gente animada ...Atmosfera estável.... Muitos beijos e abraços...Champanhe borbulhando...Noite tranqüila...Enorme nuvem de fumaça que encobre quase tudo...Humm... Argentino responsável...Sei... Escrito por Deanna Troi às 21h03 [ ] [ envie esta mensagem ] Tirando o atraso (continuação) Que tal começarmos já o ano com um poema da minha querida Roseana Murray? Ele foi tirado do livro RECEITAS DE OLHAR. RECEITA de arrumar gavetas separe coisa por coisa: de um lado o pólen do passado as raízes do que foi importante os retratos os bilhetes os horários de chegada de todos os navios-piratas os sinos que anunciam que há um amigo na estrada do outro lado um espaço vazio para o que vai acontecer as surpresas do destino os desatinos do acaso Escrito por Deanna Troi às 20h40 [ ] [ envie esta mensagem ] Tirando o atraso A verdade está lá fora Hoje dia 30 fui rever alguns arquivos antigos no computador e é engraçado como tantos registros já estão envelhecidos... como por exemplo uma lista de endereços de amigos e de parentes. Alguns já faleceram, muitos se mudaram, outros sumiram e alguns já se casaram novamente. Com alguma pessoas infelizmente perdi o contato.Ai ai preciso faxinar urgentemente este micro! ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^
Escrito por Deanna Troi às 20h34 [ ] [ envie esta mensagem ] Poeira! Poeiraaaa! Nossa! Quanta poeira! Tragam, por favor, mais flanela e também espanador he he... Escrito por Deanna Troi às 00h21 [ ] [ envie esta mensagem ] Dúvida hiperbólica O que é pior:Elaborar a prova ou fazer a prova? Escrito por Deanna Troi às 08h34 [ ] [ envie esta mensagem ] cegueira dupla Ontem quis postar as reflexões que virão, mas não consegui e vocês verão o porquê, meus queridos leitores escassos. Domingo foi um dia de descobertas. Na missa pela manhã refleti que precisava perdoar alguém que havia me magoado profundamente na quarta-feira. Quando estou com raiva prefiro chorar em casa e confesso que chorei bastante. Acabando meu estoque de lágrimas, comecei a racionalizar e a raciocinar melhor, mas ainda não estava preparada para falar com a pessoa. Quando o padre falou sobre a tal "faxina interior" e na preparação para o Natal, senti: É comigo! Percebi que deveria pensar mais no profissional e que não deveria levar a questão para o lado pessoal. Voltando para casa vi o homem que vende doces e ovos na barraca e avisei que voltaria para comprar ovos, porém antes daria uma passadinha rápida em casa.Pois bem, enquanto ele entrou para pegar os chocolates na geladeira (ah! comprei batons, pois sou "tarada" por estes chocolates), fiquei conversando com a esposa dele. Engraçado como sempre passei perto deles e não os enxergava porque passava constantemente tão rápido descendo ou subindo a rua. No domingo foi diferente e nos conhecemos. Lúcia é seu nome e ela é tão bonita... Seus olhos são claros, caminhando para um verde e tão expressivos, seu falar é tão tranqüilo e ela não parece sentir o tempo passar. Contou-me sua história: Ficou cega há onze anos por causa da diabetes, tem um marca-passo no peito e sério problema nos rins e faz hemodiálise toda semana. Luta pela recuperação da saúde e já consegue ajudar o marido, uma vez que antes precisava ir lá para o Hospital do Fundão e agora conseguiu tratamento aqui perto. Perguntei sobre seus estudos e ela disse que adoraria voltar a estudar, quer continuar a 7ªsérie e descobriu uma escola que vai ensiná-la a ler em braile. Lúcia tem recebido um apoio enorme da psicóloga para resgatar sua auto-estima. Contou-me com enorme satisfação que ninguém descasca legumes melhor do que ela em sua casa, mas em risos adverte: "Só não me dêem faca cega!" Apesar de aparentemente jovem, já tem uma filha, se não me engano, duas e pelas suas palavras pareceu-me não receber muita atenção dela.Ela engravidou cedo e me disse o quanto foi cobrada pela gravidez precoce, sendo obrigada a parar com os estudos. Voltei para casa e pensei:Como não enxerguei? Talvez o cotidiano nos embote a visão e a gente passe a se importar com pessoas e coisas sem muita relevância e concluí: Vou resolver a questão de quarta-feira para finalizar aquela história. Comecei a me sentir tão mal ( calma , pessoal, não foi o encontro não, é que comecei a sentir cólicas pavorosas e resolvi me deitar, atrasei meu almoço, mas como estava só...Ao levantar, fui para a cozinha limpar uma carne e foi então que a coisa começou a esquentar, ou melhor, a esfriar.Começou aquela terrível tempestade que quase carrega o Rio e para o meu desespero começaram as goteiras na casa: chovia no quarto sobre os travesseiros, sobre a mesa de cabeceira, chovia no quarto de estudos sobre os livros, os papéis, as roupas para passar e por pouco não chega no computador... A cozinha também sofreu um pouco com a ira da dona chuva e o quintal começou a encher. Desesperadamente comecei a cobrir tudo com plásticos e não sabia para que lado correr ( optei pelos livros). E a dor que não passava, e o estômago que doía e o medo dos raios, lembram do post anterior? Que domingo danado da gota! E começara tão bem...Liguei para o marido e ele me acalmou. Novamente a visão embaçada: De uma casa com mais de trinta anos e de forro já velho, o que esperar, não é mesmo, caro leitor? Saldo final: Tudo protegido e terra para todos os cantos da casa! Decidi que não limparia nada naquela noite e ontem trabalhei pra burro, mas valeu a pena. Valeu começar a enxergar a vida, a realidade e perceber que , às vezes, não é tão áspera como acreditamos ser.Existem outras, meus fiéis leitores, muito piores. Escrito por Deanna Troi às 22h45 [ ] [ envie esta mensagem ] Eis-me aqui digníssimos Depois de longo e tenebroso inverno aqui estou. Estômago cheio de uma pratada de legumes com almôndegas já consigo raciocinar, o fato é que eu estava meio desorientada não só pela fome he he, mas também pela tempestade que me pegou na saída do curso. Se fosse só a chuva tudo bem, mas tempestade elétrica ninguém merece e eu tenho pavor de raios. Não acredito nem desacredito em vida após a morte pois não morri ainda, né? Mas se ela existe mesmo devo ter morrido queimada ou afogada pois também tenho pavor de água acima da cintura.Vai ver que eu estava no Titanic, quem sabe? ( Meu marido acaba de "bisbilhotar" e pergunta: onde isso vai parar?) Onde vai eu não sei, o que eu quero é jogar o post no ventilador.Pois bem, ao sair tentei pedir um táxi mas o coroa disse que demoraria uns 6 minutos, aguardei muito mais que isso e nada, então peguei um ônibus até o bairro próximo como faço todas as sextas, mas como a condução não é muito saudável para aquele horário, novamente tentei um táxi e nada... Três passaram e não quiseram parar. Será que estou com cara de Lili Carabina? Finalmente uma alma caridosa parou e consegui chegar em casa. Hoje venci um desafio que é falar em público.Bem, na verdade, eu já falo todos os dias com os meus alunos, mas para um platéia de professores a coisa muda de figura, ainda mais quando você está sendo avaliado. Prefiro mil vezes escrever.Talvez por isso não tenha até hoje tentado o tão sonhado mestrado, mas já estou me animando.Correu tudo bem, consegui dar o meu recado e parece que o grupo gostou .Isto só vou saber no próximo encontro pois a professora pediu que em casa cada um de nós fizesse questionamentos sobre as apresentações de hoje.Será que vão lembrar de mim? Já na aula passada a professora pôs no quadro uma variedade de sugestões de atividades sobre diferentes linguagens para se fazer o trabalho com jovens e adultos e ela queria algo bem criativo para ser apresentado pouco tempo depois em trio. Sugeri música e as meninas concordaram, escolhemos num consenso Construção de Chico Buarque. Cantamos baixinho, mas só isso? Não tinha muita graça.Falei então: Vamos fazer um teatro? Minhas colegas ficaram temerosas e eu: Se é para pagar o mico, vamos pagar um mico completo e não pela metade, elas riram e lá fomos nós. Improvisamos com jornal um chapéu para o pedreiro, um avental para mim e um lenço de cabeça pois eu seria aquela dona de casa beeeeem sofrida. Minha colega era o pedreiro casado comigo, representou muito bem seu papel e a outra colega era o transeunte que reagia com indiferença quando via o corpo estendido no chão e também o cobria com jornais e eu era a esposa atenciosa que se despedia ingenuamente do marido sem saber o que lhe aconteceria adiante. No final improvisei um ar de desespero ao encontrá-lo e o abracei com tristeza. Não sei se gostaram, só sei que fez-se um silêncio no recinto me deixando cabreira.Os outros trabalhos ficaram ótimos e a professora em estado de êxtase total. Nunca fiz um curso de reciclagem tão doido assim.Está sendo de grande valia para nós e o grupão está bastante afinado. Escrito por Deanna Troi às 00h50 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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